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Você sabe como é fabricada
a lata de alumínio para bebidas?
Sabia que ela é campeã mundial de reciclagem?

Você já conhece a Abralatas?

A Abralatas, Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade, é uma associação civil sem fins lucrativos criada em março de 2003 pelos fabricantes brasileiros de lata de alumínio para bebidas, para estabelecer o intercâmbio de experiências com a sociedade e promover o desenvolvimento e o aumento da competitividade dessa embalagem e de sua cadeia produtiva no Brasil.

OBJETIVOS

  • Promover o desenvolvimento competitivo da indústria da lata de alumínio para bebidas no Brasil;
  • Representar os interesses comuns dos associados junto à sociedade civil organizada, aos órgãos governamentais, associações de classe, entidades científicas e qualquer outro fórum legal ligado à cadeia produtiva da lata de alumínio para bebidas, nos âmbitos nacional e internacional;

  • Estabelecer intercâmbio de ideias, informações e experiências com a sociedade, desenvolvendo e incentivando o aperfeiçoamento dos métodos de industrialização, comercialização e administração em geral da cadeia produtiva da lata de alumínio para bebidas;
  • Manter serviço permanente de informações sobre todos os assuntos ligados, direta ou indiretamente, à industrialização e comercialização de latas de alumínio para bebidas, incluindo dados estatísticos, promovendo, entre outros, a realização de reuniões, eventos, estudos e pesquisas;

  • Promover estudos a respeito do impacto ambiental da indústria de latas de alumínio para bebidas, discutindo métodos de sua reciclagem e demais assuntos ligados direta ou indiretamente ao meio ambiente;

  • Informar a sociedade sobre as características tecnológicas, ambientais, além de qualquer outra informação técnica da embalagem, por meio de, entre outros e sem limitação, publicações, eventos e canais de comunicação na Internet.

 

objetivos

Lata de Alumínio

CONHEÇA A LATINHA

A lata de alumínio para bebidas é uma embalagem versátil que permite o desenvolvimento de inúmeras inovações em formatos e impressões, de acordo com as necessidades dos fabricantes de bebidas e dos consumidores.

Confira abaixo a estrutura básica de uma latinha:

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    Flange

    É a parte superior da latinha.

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    Pescoço

    O corpo da lata é estreitado, para acomodar a tampa que é menor.

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    Corpo

    Esta liga de alumínio normalmente contém 1% de magnésio, 1% de manganês, 0,4% de ferro, 0,2% de silicone e 0,15% de cobre. O corpo é laminado até atingir uma espessura de 0,0001 polegadas e é mais espessa na parte inferior, para maior segurança. Resiste a uma pressão interna de 90 libras/polegada quadrada e pode suportar 250 libras de peso.

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    Rótulo

    O acabamento perfeito é uma das principais razões dos fabricantes de bebidas adotarem em grande escala as latas de alumínio. Os rótulos são impressos pelos fabricantes de latas de alumínio para bebidas.

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    Base

    O fundo da lata tem a forma convexa, para resistir a pressão interna.

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    Tampa

    A tampa pode representar 25% do peso total. Consiste de uma liga que contém menos manganês e mais magnésio do que o corpo da lata, o que a torna mais forte. Para economizar peso, os fabricantes fazem a tampa com um diâmetro menor do que o corpo da lata.

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    Anel

    Esta peça é fixada pelo rebite.

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    Rebite

    Esta parte integrante da tampa, que é usada para fixar o anel, é feita curvando-se o centro da tampa ligeiramente para cima. Em seguida, é puxada para formar o rebite.

Conheça as vantagens da latinha

Gela mais rápido.

 

Estudo desenvolvido pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Embalagens (Cetea), a pedido da Abralatas, confirma que a lata de alumínio permite gelar mais rápido seu conteúdo do que embalagens de vidro, quando colocada em contato direto com gelo. Nesse caso, a latinha chega à temperatura ideal para consumo da cerveja 37 minutos mais cedo do que a garrafa de vidro descartável (long neck) com conteúdo semelhante.

 

Outras vantagens:

ico_espacoEconomiza espaço

Por serem leves e, ao mesmo tempo, resistentes e inquebráveis, as latinhas são responsáveis por uma grande redução nos custos de estocagem. Assim como acontece nas residências dos consumidores, em gôndolas de supermercados e em geladeiras industriais, o armazenamento de latas gera um ganho médio de espaço de 17%. Seis latas de 350 ml (ou 2,1 litros) ocupam o mesmo espaço que três garrafas de 600 ml (1,8 litro).

icoTransporteFacilita o transporte

Como economiza espaço, o transporte de cargas é mais produtivo com a lata. Em um mesmo espaço de um caminhão ou de uma paletizadora, por exemplo, carrega-se mais bebida, em termos de volume (litros), envasada em lata do que em relação a outras embalagens. O empilhamento também é facilitado, pois o fundo da lata se encaixa perfeitamente na tampa de outra. Além disso, a lata é inviolável. O sistema de fechamento protege melhor a bebida, garantindo mais segurança no transporte e procedência da bebida para o consumidor. E por não quebrarem e não fragmentarem ao cair, eventuais acidentes durante o manuseio das latas não ocasionam transtornos significativos.

icoReciclavel100% reciclável e sustentável

A lata de alumínio para bebidas é a embalagem mais reciclada do planeta. Há 11 anos a latinha lidera o ranking nacional de reciclagem com índices próximos a 100% (em 2011 atingiu a marca de 98,3%). Desde o início da instalação da indústria da latinha no Brasil, são feitos investimentos na estruturação da cadeia produtiva da reciclagem da embalagem, com forte demanda pela sucata e remuneração a todos os elos envolvidos. O sistema de logística reversa é estável, gera renda, emprego, principalmente para catadores de materiais recicláveis, e serve de modelo para outros materiais. A reciclabilidade é um dos atributos mais importantes do alumínio. Qualquer produto produzido com este metal pode ser reciclado infinitas vezes, sem perder suas qualidades no processo de reaproveitamento, ao contrário de outros materiais. A cada quilo de alumínio reciclado, cinco quilos de bauxita são poupados. Para se reciclar uma tonelada de alumínio, gasta-se somente 5% da energia que seria necessária para se produzir a mesma quantidade de alumínio primário.

icoPersonalizadoRótulo 100% personalizado

A lata carrega em seu corpo a possibilidade de atender o que o mercado necessita: inovação para chamar a atenção do consumidor final. O principal diferencial de comunicação da lata está na possibilidade de aplicação do rótulo da bebida em 100% da superfície. Além da pintura, a lata se diferencia pela segmentação dos formatos e pelas inúmeras tecnologias de impressão à disposição dos envasadores (high definition, laser engraved, tintas termocrômicas etc). O rótulo da lata é um excelente meio de comunicação, cuja impressão é feita diretamente no alumínio e pode ter até seis cores simultaneamente que não descolam, não descascam e nem rasgam. A lata tem um poder de comunicação muito grande, entra em qualquer ambiente, como bares, restaurantes ou na praia, e pode ser utilizada em qualquer ocasião, como em shows, festas, datas especiais, eventos esportivos.

PROCESSO DE FABRICAÇÃO DA LATA DE ALUMÍNIO PARA BEBIDAS

O corpo e a tampa da lata são produzidos em unidades fabris diferentes.
Utilize a navegação abaixo e conheça um pouco mais.

Corpo da latinha

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  • 1. FORMAÇÃO DO COPO

    As chapas de alumínio, para copo, chegam à fábrica de latas na forma de grandes bobinas. As chapas são introduzidas continuamente numa máquina de prensagem de copos (Minster), que corta milhares de discos por minuto e os transforma em copos rasos. Toda a sobra desta etapa (esqueleto) é reciclada para a produção de novas chapas.

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  • 2. FORMAÇÃO DO CORPO E APARA

    O copo raso segue para outra máquina (BodyMaker), onde a lata começa a ter o formato final. O copo raso é submetido a uma grande pressão por uma série de anéis de precisão, cada um levemente menor que o anterior. Este movimento reduz a espessura da parede do copo e o torna mais longo gradativamente, além de formar o fundo da lata. Depois da BodyMaker, as latas passam pelo Trimmer, equipamento que apara a borda superior dos corpos já esticados, para que todos eles tenham o mesmo comprimento nominal.

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  • 3. LAVAGEM E SECAGEM

    Já nivelados, os corpos são submetidos a uma lavagem interna e externa de alta eficiência que visa à remoção de partículas e resíduos oriundos do processo de formação do corpo, passando depois por um forno de secagem. Após esta etapa, as latas já estão prontas para receber a impressão de seus rótulos.

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  • 4. IMPRESSÃO DO RÓTULO E REVESTIMENTO EXTERNO

    Os corpos lavados e secos entram na fase de impressão dos rótulos, feita por meio de um processo de flexografia (litografia) que pode utilizar até oito cores, aplicadas na latinha em um mesmo movimento. Em seguida, quase que simultaneamente, a lata recebe uma camada externa de verniz incolor, para dar melhor acabamento e brilho, além de evitar que a tinta descasque, e outra camada no fundo, para garantir a mobilidade da lata.

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  • 5. SECAGEM, CURAGEM E REVESTIMENTO INTERNO

    As latas já rotuladas passam por um forno, agora com o intuito de curar o verniz de proteção externa. Em seguida, é aplicado o verniz interno, que forma um revestimento de proteção na parte de dentro da lata. Este procedimento é realizado para garantir que o líquido envasado não entre em contato com a superfície metálica, evitando algum tipo de oxidação ou alteração no sabor da bebida. As latas então são levadas novamente a um forno, para secagem e curagem do verniz interno.

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  • 6. FORMAÇÃO DO PESCOÇO

    O corpo já rotulado é submetido ao processo de formação do pescoço (Necker), no qual a extremidade aberta do corpo é submetida a uma pressão que diminui o diâmetro da abertura, formando o pescoço e o perfil da borda para encaixe da tampa.

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  • 7. CONTROLE DE QUALIDADE

    As latas passam por um processo de controle de qualidade em cada etapa de sua formação. No estágio final, é realizada uma série de testes adicionais, incluindo feixe de luz de alta intensidade e câmeras de inspeção interna e externa, onde são detectados os mínimos defeitos. As latas com defeitos são automaticamente excluídas.

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  • 8. PALETIZAÇÃO

    Depois de prontas e inspecionadas, as latas são embaladas para armazenagem e transporte, empilhadas em pallets.

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Tampa da latinha

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  • 1. ESTAMPAGEM

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  • 2. APLICAÇÃO DO SELANTE

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  • 3. FORMAÇÃO DA TAMPA E FIXAÇÃO DO ANEL

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  • 4. TAMPA FINALIZADA

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Assista ao vídeo


Clique no vídeo ao lado e conheça o processo de fabricação de uma latinha

SAIBA A LOCALIZAÇÃO DAS FÁBRICAS DE LATINHAS

HISTÓRIA DA LATA DE ALUMÍNIO PARA BEBIDAS

Utilize a navegação abaixo:

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  • 1982

    brasil_1982

    O Brasil se tornou autossuficiente na fabricação de alumínio primário – condição fundamental para a implantação de fábricas de chapas e, consequentemente, de latas de alumínio para bebidas. Desde aquele ano, houve um grande incentivo para o uso do metal como matéria-prima de diversos produtos que antes eram importados ou fabricados com outros materiais.

  • 1986

    brasil_1986

    A Alcan Alumínio do Brasil Ltda. instalou um laminador a quente na sua unidade industrial em Pindamonhangaba, no Estado de São Paulo. Tratava-se, à época, de um equipamento singular em toda a América Latina, voltado para a produção de chapas especiais destinadas a fabricação de latas de alumínio para bebidas. O fato representou o primeiro passo para produção da embalagem no Brasil.

  • 1988

    brasil1988

    Depois de aperfeiçoadas tecnicamente, as chapas de alumínio produzidas em Pindamonhangaba foram avaliadas em dois laboratórios no exterior: o da própria Alcan, no Canadá, e o da norte americana Reynolds. A partir daí, a Alcan deu início à produção de chapas de alumínio para latas no Brasil, segmento que já apresentava expressivo potencial de crescimento.

  • 1989

    brasil1989

    Em 26 de outubro de 1989, a Latas de Alumínio S.A. Latasa, iniciou atividades comerciais da primeira fábrica de latinhas do Brasil, em Pouso Alegre (MG). Esse foi um marco na história dessa embalagem no País. Ainda naquele ano, a Latasa iniciou a comercialização de latas, ainda formadas por três peças. Em pouco tempo o modelo de três peças foi substituído pelo de duas peças, tecnologia mais utilizada no mundo. O volume de produção e vendas surpreendeu. A grande aceitação desse novo conceito de embalagem no mercado gerou altas taxas de crescimento da demanda, superiores a 30% ao ano. Era o início de uma nova era e de uma trajetória de sucesso poucas vezes vista no mercado brasileiro de embalagens.

  • 1996

    brasil1996

    A Crown Cork Embalagens de origem americana, hoje, Crown Embalagens da Amazônia S.A, passou a operar com fábrica na cidade de Cabreúva (SP). No mesmo ano, a American National Can Ltda. Montou sua unidade industrial em Extrema (MG).

  • 1997

    brasil1997

    A fábrica da Latapack-Ball Embalagens Ltda., uma jointventure com a Ball Corporation , fabricante americana de latinhas, iniciou suas operações em Jacareí (SP). Neste ano a Latasa já possuía quatro unidades fabris no Brasil, sendo uma em Minas Gerais, uma em Pernambuco, uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo.

  • 2000

    brasil2000

    Em julho a Rexam adquiriu a American National Can Ltda. e criou a Rexam do Brasil.

  • 2003

    brasil2003

    A lata de alumínio já estava sendo produzida no País desde 1989 e começava a ganhar espaço no mercado de bebidas, com mais de 10 bilhões de unidades fabricadas por ano. Percebeu-se a necessidade de criar uma entidade representativa do setor. Em outubro de 2003 surgia a Abralatas. Desde então, a associação tem atuado no debate sobre legislação e tributação do setor, difundindo conhecimento também em uma área que nasceu com a lata: a reciclagem. Na mesma data a inglesa Rexam, que já detinha o controle da Rexam do Brasil, adquiriu a Latasa e se tornou a maior fabricante de latinhas do Brasil.

  • 2005

    brasil2005

    Com o crescimento da participação da lata no mercado de bebidas, diversos boatos sobre as condições de higiene da embalagem surgiram, exigindo dos fabricantes de latinhas uma atuação esclarecedora. Um deles, que até hoje surge vez ou outra na internet, referia-se a casos de intoxicação por leptospirose. Em 2005, atuou junto à Anvisa para informar sobre a questão da higienização da embalagem. No ano seguinte, no Congresso, alertou para a ineficácia do chamado “selo higiênico”, que iria trazer mais problemas que soluções.

  • 2006

    brasil2006

    Já em 2006, quando o assunto ainda engatinhava no Congresso, a Abralatas esteve presente no debate sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que seria sancionada apenas em 2010. Contribuiu de forma decisiva para que o modelo aprovado aproveitasse o utilizado pelo setor, valorizando as cooperativas de catadores de materiais recicláveis. Em 2012, esteve no grupo que apresentou a proposta do acordo setorial de logística reversa ao Ministério do Meio Ambiente. Neste ano o volume de latinhas vendidas ultrapassou 10 bilhões de unidades.

  • 2007

    brasil2007

    Os fabricantes de latinhas do Brasil ampliaram ainda mais o intercâmbio de informações com outras empresas do setor no mundo. Em 2007, por exemplo, integrou o grupo de trabalho internacional composto pelo Can Manufacturers Institute (CMI) e pelo Beverage Can Makers Europe (BCME), para desenvolvimento do Projeto Global de Sustentabilidade da latinha. Hoje, a Europa trabalha para reduzir impostos de materiais reciclados e deu à reciclagem da lata papel de destaque na redução das emissões de CO2 e do consumo de energia.

  • 2008

    brasil2008

    A Abralatas tem trabalhado para reverter o impacto negativo da tributação sobre a lata. Mesmo com o reaproveitamento do alumínio próximo de 100%, a latinha paga mais impostos. Em 2008, a Abralatas conseguiu equalizar o IPI em relação a outros materiais. Em 2007, obteve entendimento do Cade sobre a existência de monopólio na fabricação de chapas de alumínio. Em 2010, atuou no Ministério da Fazenda para redução temporária do Imposto de Importação do alumínio.

  • 2009

    brasil2009

    A lata de alumínio começou a ser fabricada no Brasil em 1989, já utilizando equipamentos modernos, de duas peças (corpo e tampa), que produziam 120 latas por minuto (hoje, o equipamento produz 450/minuto). Em 2009 foram comemorados os 20 anos da fabricação nacional e os 50 da produção mundial da lata de alumínio para bebidasDentro das comemorações, um concurso de fotos sobre a lata mobilizou quase 2 mil pessoas.

  • 2010

    brasil2010

    Com a expertise de ter a embalagem mais reciclada do planeta, a Abralatas decidiu difundir seu conhecimento com todos os elos da cadeia. Criou, em 2010, o Ciclo de Debates Abralatas, trocando ideias com o catador de materiais recicláveis e com os representantes da indústria, de governos federal, municipais e estaduais, do Ministério Público e de entidades representativas. Soluções inovadoras foram apresentadas, parcerias estabelecidas, fortalecendo o papel das cooperativas.

  • 2011

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    A sustentabilidade da embalagem é uma de suas vantagens competitivas. Aos poucos, o consumidor começa a exigir atitudes e soluções que reduzam impactos sociais e ambientais. Em 2011, o índice de reciclagem da lata de alumínio para bebidas bateu recorde, chegando a 98,3% de retorno e reaproveitamento do material. Um resultado excepcional que firmou o Brasil na liderança mundial do índice pelo 11º ano consecutivo. Em 30 dias, a latinha sai e retorna à gôndola do supermercado, passando pelo consumo, descarte, coleta, reciclagem e fabricação.

  • 2012

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    Pela primeira vez na história, a produção de latas de alumínio no Brasil ultrapassou a marca de 20 bilhões de unidades em um único ano. Foi também em 2012 que chegou-se ao número histórico de 200 bilhões de latinhas fabricadas no País desde a primeira fábrica, em Pouso Alegre (MG), em 1989. A embalagem caiu de vez no gosto do consumidor, com a oferta de latas de tamanhos variados, inovações e a marca da sustentabilidade.

  • 2014

    brasil2014

    Em ano de Copa do Mundo FIFA no Brasil, um dos últimos passos para regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos foi cumprido. O Comitê Orientador para a Implantação da Logística Reversa (Cori) aprovou a proposta de acordo setorial de embalagens. O texto, apresentado pela Coalização Empresarial da Indústria de Embalagens que reúne 21 entidades, entre elas a Abralatas, valoriza a ampla participação de cooperativas de catadores de materiais recicláveis no processo de coleta, de tratamento e de comercialização de material reciclável, foi colocado em consulta pública.

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  • 1959

    mundo_1959

    Liderada por Bill Coors, a cervejaria norte americana Coors introduziu no mercado as primeiras latas de alumínio para bebidas, revolucionando o modo como a cerveja era embalada. Foi também naquele ano que a Coors lançou um programa de reciclagem inédito, pagando 1 Penny (um centavo de dólar) a quem devolvesse as embalagens. A grande aceitação das latinhas de cor amarela com capacidade para 7oz (210ml), apelidadas pelos consumidores de “Yellow Belly”, incrementou ainda mais a venda da cerveja Coors.

  • 1960

    mundo1960

    Ernie Fraze, funcionário da Dayton Reliable Tool Company, inventou as tampas com o sistema Easy Opening, um sistema para facilitar a abertura das embalagens, em parceria com a Alcoa. A inovação gerou uma revolução no mercado de embalagens para bebidas, impulsionando as vendas de latas de alumínio para cerveja e refrigerante, já que o consumidor não necessitava mais do chamado “church key”, o abridor de latas.

  • 1963

    mundo1963

    A primeira lata de alumínio produzida pela Reynolds Metals Company utilizando-se de método diferente da Coors, e que acabou se tornando padrão para outros fabricantes, foi usada para envasar um refrigerante dietético do tipo cola: “Slenderella”.

  • 1964

    mundo1964

    A Royal Crown Cola Company passou a adotar as latinhas de alumínio para embalagens de refrigerante como a R.C. Cola e a Diet-Rite Cola.

  • 1967

    mundo1967

    Ano em que houve aumento considerável nas vendas das latas de alumínio para envasar bebidas, já que a Pepsi e a Coca-Cola substituíram as latas de aço que usavam até então.

  • 1969

    mundo1969

    As latas de refrigerante já dominavam o mercado das Vending Machines (máquinas automáticas de venda) de bebidas nos EUA.

  • 1970

    mundo1970

    Primeiro “Earth Day” – fabricantes de latas de alumínio para bebidas começaram a se preocupar com a geração de resíduos sólidos e iniciaram a criação de sistema de reciclagem do produto nos EUA, organizando diversos centros de coleta e empresas recicladoras.

  • 1972

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    Introdução do multipack. A embalagem permitia que doze latinhas fossem embaladas juntas um uma caixa de papelão. A embalagem secundária multipack permitia que o envasador, além de estampar sua marca nos 360º da latinha, estampasse também outros tipos de anúncios comerciais. Os consumidores podiam estocar suas latas com refrigerantes e cervejas em seus refrigeradores, ocupando menos espaço que as garrafas. A primeira marca a lançar a novidade foi a Pepsi.

  • 1975

    mundo1975

    Danuel F. Cudzik, da Reynolds Metalz, localizada em Richmond-VA, EUA, inventou o sistema de abertura stay-on-tab, substituindo o pull-lab introduzido anteriormente por Emie Fraze. O sistema stay-on-tab ganhou rápida visibilidade e a primeira cervejaria a utilizá-lo foi a Falls City Brewing Company, de Louisville-KY, EUA.

  • 1985

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    A lata de alumínio já era a embalagem para bebidas com maior popularidade nos EUA. Naquele ano, refrigerantes envasados em latas foram enviados para o espaço permitindo que os astronautas desfrutassem das bebidas carbonatadas quando estavam a bordo.

  • 1995

    mundo1995

    Surgimento dos anéis coloridos das latinhas, muito utilizados em campanhas promocionais.

  • 1997

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    Surgimento das tampas de cores diferentes e das tampas com abertura maior. No Brasil, estas tampas ficaram conhecidas como “bocão”. A abertura da tampa ficou 45% maior.

  • 1999

    mundo1999

    Surgimento da impressão nos anéis, excelente para promoções, já que os códigos promocionais podem ficar escondidos atrás do anel e só são revelados quando a lata é aberta.

  • 2000

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    Inovações nas técnicas de pintura de rótulos, com o surgimento da tinta UV, que brilha no escuro, e da tinta termocrômica, que muda de cor quando a bebida está gelada.

  • 2009

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    As tecnologias continuam em desenvolvimento e as latas já envasam diversos outros tipos de bebidas, como café, vinho, coquetéis, suco de frutas etc.

  • 2013

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    Cresce a participação da lata de alumínio para bebidas no mundo e percebe-se a tendência mundial de substituir latas de aço por latas de alumínio, que são mais leves, resistentes à corrosão, podem ser resfriadas rapidamente e apresentam muitos ganhos com sua reciclagem. Além disso, o alumínio é mais barato, tem menor custo de transporte e melhor qualidade de impressão.

Soluções de impressão e de tampa

  • TAB Colorido e Personalizado

  • Full Open

  • Tinta Termocrômica

  • Tinta Bright White

  • Verniz Fosco

  • Verniz Sparkle

  • Editions

  • Verniz Táctil

  • Verniz Regular

  • Tinta Glow in the Dark

  • Impressão High Definition

  • Sistema Resselável

  • Tampa Colorida

  • Laser Engraved

  • Tinta UV Branca

  • Tinta UV Transparente e Tinta Fluorescente

Formatos produzidos no Brasil

  • Formato: 8,4oz - Squat (250ml)
  • Formato: 8,4oz - Slim (250ml)
  • Formato: 9,1oz - Sleek (269ml)
  • Formato: 14,4oz - Sleek (425ml)
  • Formato: 10,5oz - Sleek (310ml)
  • Formato: 11,6oz - (330ml)
  • Formato: 12oz - Sleek (350ml)
  • Formato: 12oz - (350ml)
  • Formato: 16oz - (473ml)
  • Formato: 16,9oz - (500ml)
  • Formato: 18,6oz - (550ml)
  • Formato: 24oz - (710ml)

Meio Ambiente

Saiba mais sobre a latinha e o meio ambiente

  • carrossel-meio-ambiente_novo_01

    O consumidor compra bebidas em latas de alumínio

  • carrossel-meio-ambiente_novo_02

    Depois do consumo, a lata é coletada para reciclagem

  • carrossel-meio-ambiente_novo_03

    As cooperativas de reciclagem e os depósitos reúnem as latas coletadas

  • carrossel-meio-ambiente_novo_04

    As latas passam por um enfardador onde são compactadas, seguindo para as recicladoras

  • carrossel-meio-ambiente_novo_05

    Na entrada das recicladoras os fardos passam por detectores de radiação

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    Os fardos são fragmentados para retirada de impurezas

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    Os fragmentos isentos de impurezas são conduzidos ao forno para derretimento

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    Após derretimento, a qualidade do alumínio é atestada e o metal ganha forma de lingotes

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    A laminação transforma os lingotes de alumínio em chapas finas

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    As chapas são transformadas em latas

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    As latas recebem as bebidas

  • carrossel-meio-ambiente_novo_12

    Os produtos são encaminhados ao mercado

Notícias

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27-08-2015

Inovações que transformaram a lata de alumínio

A edição 2015 da Revista da Lata celebra os 25 anos da lata de alumínio para bebidas no Brasil e destaca as inovações que transformaram a embalagem e ampliaram sua participação no mercado de cervejas. A revista mostra como foi o desempenho do setor no ano passado, influenciado positivamente pela…

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27-08-2015

Bola cheia

Venda de latas cai em relação a ano de Copa do Mundo de Futebol, mas embalagem se consolida no mercado de cerveja Tendo uma base de comparação alta, a venda de latas para bebidas sofreu uma queda significativa no primeiro semestre de 2015 em relação ao verificado no ano passado,…

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Condições de higiene da lata de alumínio para bebidas

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